Saiba como harmonizar as cores no seu material gráfico.

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As cores harmoniosas são aquelas que funcionam bem em conjunto ou justapostas e que produzem um esquema de cores atrativo.

A harmonia monocromática utiliza variações de luminosidade e saturação de uma mesma cor. Nada mais é que a harmonia de cores dentro de uma mesma cor da roda das cores. As tonalidades podem mudar, mas todas ficam no mesmo matiz. A cor principal pode ser combinada com cores neutras, como o preto e branco. Ela é bastante simples de ser usada, porém, carece de contraste, impedindo que a arte seja vibrante. 

A harmonia análoga é formada de uma cor primária combinada com duas cores vizinhas na roda das cores. Pode ser usada escolhendo uma cor única como a dominante enquanto que as adjacentes são utilizadas para enriquecer a harmonia. Porém, também carece de contraste. Se for usar esse tipo de  harmonia, aconselha-se não misturar cores quentes com cores frias.

A harmonia complementar ocorre quando combinamos cores opostas na roda das cores. Em outras palavras, são cores que se encontram simétricas com respeito ao centro da roda. O Matiz varia em 180 º entre um e outro. Esta harmonia funciona ainda melhor se são combinadas cores frias e cores quentes, como por exemplo vermelho com verde-azul ou azul com amarelo. A harmonia complementar essencial se você procura utilizar contrastes na arte. Entretanto, o esquema é mais difícil de ser utilizado. 

A harmonia tríadica é a harmonia onde usamos três cores equidistantes no circulo cromático. Ela oferece um alto contraste visual, ao mesmo tempo que conserva o balanço e a riqueza das cores.Entretanto não é muito contrastante mas é balançado e harmonioso.

A harmonia acromática é a harmonia conseguida pela utilização de cores neutras, cores que estão próximas ao centro do círculo, que perderam tanta saturação que não se aprecia nelas o matiz original.

A seguir, veja a ilustração exemplificando como cada harmonia funciona.

Papéis e gramaturas para materiais gráficos

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No ramo empresarial, possuir um material gráfico de destaque é muito importante para o reconhecimento da empresa. Para isso, é necessário a escolha certa do papel para o impresso. Existem diversos tipos de papéis para diversos tipos de aplicações. Nesse post, abordaremos as principais diferenças entre os papéis mais utilizados em impressões gráficas e uma breve explicação sobre gramatura de papel.

O papel sulfite é feito com o uso de celulose branqueada e minerais. Ele é muito utilizado em impressoras e fotocopiadoras e pode ter várias cores e tamanhos, sendo o mais comum e conhecido o A4 (21 cm X 29,7 cm) branco. É o papel mais comum para aqueles que não participam do universo gráfico. Ele também é chamado de papel apergaminhado ou bond paper, e pode ser encontrado em diferentes formatos, além do A4. Uma característica que faz o papel sulfite ser bastante utilizado, é o seu baixo custo aliado à excelente aderência da tinta. 

Já o offset é produzido com polpa química branqueada e possui resistência bastante alta em relação à umidade. Este é comercializado em grande escala, tanto em folha quanto em bobina, sendo bastante utilizado em livros, cadernos, selos e materiais promocionais sazonais. Os formatos mais comuns de revenda do offset são: 76cm x 112cm x 66cm x 96cm e 87cm x 114cm. Esse papel é considerado um papel macroporoso, ou seja, é ainda mais absorvente que o sulfite. Principais gramaturas: 90 g, 120 g, 150 g, 180 g, 240 g.

O papel couchê é conhecido pelo seu brilho e revestimento em suas folhas. Ele é liso e microporoso, portanto, as cores ficam mais vivas e fortes. Isso ocorre, pois, quando a tinta é depositada, ela permanece na superfície do papel, sem se “infiltrar” e ficar com aspecto de molhado. Sua gramatura vai de 90 a 250g/m², podendo chegar a 370g/m² em papéis importados. O papel Couchê é dividido em dois tipos: Couchê L-1, que possui brilho em apenas um de seus lados; e o Couchê L-2, que possui brilho em ambos os lados. Ainda existe o papel Couchê Matte que é um papel sem brilho, fosco.

Atualmente, a consciência ambiental tem feito parte de nosso dia a dia. Por isso, foi desenvolvido um tipo de papel que utiliza tanto aparas de papel pós-consumo quanto pré-consumo, fazendo assim uma mistura de papel novo com papel usado. Surge o papel reciclado. O papel reciclado é modelo de papel poroso como o papel offset e que apresenta uma coloração típica. Basicamente existe em 3 gramaturas: 90 gr, 120 gr e 250 gr, variando um pouco de acordo com o fabricante. É muito utilizado em substituição do papel comum, prospectos e cartões de visita. 

O papel vergê é bastante usado para fazer convites de casamento. Ele é mais duro que o papel sulfite e mais fino que a cartolina, e sua textura, em relevo, é levemente rugosa, com pequenas linhas paralelas. Ele é indicado também para imprimir certificados, diplomas, convites, folhetos, cartões de visita e até mesmo fazer artesanato.

A Gramatura de papel é uma medida de peso que representa a densidade do papel em gramas por metro quadrado (g/m²). Os papéis que possuem maior numeração são mais grossos, enquanto os papéis de menor numeração, são mais finos. Entretanto, pode haver algumas exceções. É importante analisar a gramatura do papel, pois, é essa medida que permite a identificação da qualidade e da densidade. Um tipo inadequado de gramatura para seu projeto gráfico, pode ocasionar um resultado final insatisfatório. Confira as diferenças entre as principais gramaturas dos papéis disponíveis no mercado:

  • 75g. Trata-se do tipo de papel mais comum, e é recomendado para uso interno ou notas fiscais, avaliações, pedidos e outros documentos simples.
  • 90g. É a gramatura mais recomendada para papel timbrado, teses, propostas comerciais, contratos, e outras situações onde há uma maior preocupação com a apresentação.
  • 115g. É utilizado para panfletos e flyers mais simples, com impressão frente e verso, porém sem dobrar.
  • 150g. Ideal para folders dobráveis, essa gramatura é recomendada para um melhor resultado final. É a mesma gramatura utilizada em revistas e encartes de CDs e DVDs.
  • 250g a 300g. Papel mais pesado, é o modelo correto para cartões de visitas e tags profissionais.

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Cores e psicologia – A escolha das cores para o material gráfico do seu negócio.

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A imagem da sua empresa deve transmitir seu conceito principal e a confiança do ramo para seus clientes. O seu logotipo – imagem principal que vai constar nos seus materiais gráficos – é a primeira apresentação da sua empresa a um potencial cliente, e esse deve conter as cores representativas de sua marca. Ao escolher tais cores, você precisa entender o seu significado psicológico no mundo dos negócios. Confira só algumas cores e seus respectivos significados: 

O Azul significa honestidade, lealdade, responsabilidade e conservadorismo. A cor transmite a sensação de tranquilidade, é ideal para empresas do ramo da psicologia ou até consultoria financeira. Já o azul escuro, significa ambição e determinação, é uma boa cor para promover um negócio seguro. 

O vermelho, significa ação e paixão. Ele é ideal para empresas de fast-food ou negócios que envolvam velocidade e ação. Pode transmitir também, sentimentos como raiva, agressão e vingança. O Vermelho escuro insinua confiança, ideal para empresas de advocacia ou corretoras de imóveis.

A cor verde simboliza o equilíbrio, a segurança e o crescimento, sugerindo harmonia com o ambiente. Essa cor é uma ótima opção para empresas do ramo ambiental e também para sociais, como assistentes sociais, conselheiros e trabalhadores de caridade.

O laranja transmite a sensação de otimismo e positivismo. Representa também, o entusiasmo, fascínio, alegria, criatividade, determinação, atração, sucesso, encorajamento e estímulo. Portanto, se torna uma boa escolha para empresas relacionadas com alimentação, comunicação e interação social. Combina com aventura e ginásios, também. 

O amarelo simboliza o sol, o verão, a prosperidade e a felicidade. É uma cor inspiradora e que desperta a criatividade, estimulando as atividades mentais e o raciocínio. Apropriado para networkers, jornalistas, professores, animadores e palhaços.

A cor turquesa representa versatilidade e criatividade. Pode demonstrar também, conhecimento, integridade, poder, seriedade, generosidade, saúde, cura, frescor, limpeza. Sendo ideal para para professores, formadores e oradores, meios de comunicação e clínicas de saúde. 

O roxo significa imaginação e espiritualidade. Relaciona-se com o futuro, sonhos e fantasia. É uma boa opção para artistas, poetas, e atividades que lidam com o futuro. Cria uma sensação de riqueza, luxo e extravagância. Apropriado para empresas que oferecem serviços ou produtos de altíssima qualidade. 

A cor rosa representa o romantismo, a ternura, a ingenuidade, beleza, suavidade, pureza. É uma cor calmante, ideal para empresas com mercado feminino, incluindo cosméticos, moda, salões de beleza, doces e romance.

O dourado significa elegância, qualidade, luxo. Cor que se relaciona com vitória e conquista. 

O cinza é uma cor neutra e reservada. É adequado para empresas jurídicas e financeiras para sugerir poder e controle.

O branco é utilizado pela maioria das empresas como base do seu estacionário. É adequado para a maioria dos mercados-alvo. Se quer destacar da multidão, branco não é a melhor escolha.

Gostou das dicas? Na próxima semana falaremos sobre a combinação de cores para os materiais gráficos da sua empresa.

Os materiais essenciais para reconhecimento e sucesso da sua marca.

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A maca de uma empresa é responsável por estabelecer uma presença no mercado, garantindo sucesso do negócio frente à concorrência. Apesar de as mídias digitais serem aliadas importantes no conjunto de alcance de públicos, o material gráfico se faz necessário devido sua funcionalidade e eficácia na ligação emocional do cliente e consequentemente, sua fidelização.

O material gráfico é o ponto de contato direto da sua marca com seus consumidores. O cartão de visitas por exemplo, tem função de realizar a impressão duradoura entre cliente e empresa, diferentemente de apresentar um conteúdo audiovisual em uma reunião, que causará somente o impacto inicial. Um folder informativo e bem elaborado dado ao cliente após um contato, agregará valor ao seu serviço, estimulando o cliente à analisa-lo de modo que, relembre o conteúdo conversado minutos antes da entrega do material. O meio digital é um complemento do material físico, visto que, o digital não exige tanto da atenção do leitor quanto o material impresso que está na mão dele – um post no facebook pode ser ignorado com um simples passar de dedos.

Em um mercado comercial competitivo, ter uma marca é mais que oferecer serviço. Significa agregar valor ao produto, à marca e à empresa. A identidade precisa criar um vínculo com o consumidor e estabelecer uma conexão emocional, com o propósito de tornar todos os seus públicos (tanto clientes, quanto fornecedores e colaboradores) fiéis à sua marca.

Logo, sua marca precisa ser divulgada, usada, vista, conhecida e reconhecida. Aqui vão alguns itens essenciais:

Cartões de visitas

Começando pelo essencial, o cartão de visitas é a primeira impressão que a pessoa vai ter da sua marca. Ela precisa ser representada com as suas cores, seu logotipo e dados básicos de contato. O uso de QR code é bastante criativo e eficiente, podendo encaminhar o leitor até uma landing page, seu site ou sua rede social principal.

Folder

Para apresentação dos produtos e serviços, você precisa de um folder bem elaborado contendo fotos e informações importantes da marca, dos produtos e/ou serviços.

Panfletos

O panfleto é ideal para ser amplamente divulgado (grande tiragem) em casos de promoção, novidades e informativos. Ele é ideal para empresas que querem ampliar seu alcance.

Catálogos


O catálogo é um item essencial para apresentação detalhada de seus produtos e/ou serviços. Nesse material, deve-se conter especificações e detalhamento do quê você oferece. 

A Evolução da Impressão Offset para os dias atuais.

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A impressão offset originou-se da evolução do sistema de impressão Litográfica no final do século XVII. A Litografia era realizada a partir de uma matriz de pedra polida, pressionada contra o papel, contendo substâncias gordurosas e água. Esses dois últimos elementos eram usados a fim de impedir que a tinta ocupasse o lugar fora da figura que receberia a tinta.

A impressão ocorria da seguinte forma: a figura esculpida na pedra recebia gordura e logo após era umedecida com tinta. Então, a pedra era “lavada” com água para remover a tinta desnecessária e, o que sobrava era a tinta que ficava grudada na gordura. Com essa matriz pronta, era preciso somente pressionar o papel contra a pedra para obter a impressão.  

Com a evolução das técnicas, a impressão começou a ser em metal, podendo adquirir formas cilíndricas, o que permitia o processo ser realizado em formas rotativas.

Em 1875 a primeira manta com base de tecido e borracha foi colocada sobre um cilindro entre o papel e o metal, com intuito de ajudar a regular a quantidade correta de tinta, irregularidades de suporte e absorver possíveis impactos. Surge então, a banqueta. A inclusão da blanqueta no processo evita borrões e o excesso de tinta, pois, ao encostar na chapa absorve a tinta melhor, e permite que nem toda a tinta seja transferida ao papel.

A impressão offset é a impressão litográfica aperfeiçoada e automatizada. Por ser feita em grande tiragem, oferece melhor custo benefício para o consumidor final. Ela é a responsável por cartões de visita, impressão de pastas comerciais, envelopes, revistas, catálogos, jornais, blocos e talões em geral.

A Impressão Offset é ideal para os seguintes mercados: